"Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo". Paulo Freire
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Reflexão sobre Avaliação
Reflexão sobre Avaliação
Quando se trata de avaliação qualquer conceito a ela atribuído é muito relevante para o desenvolvimento físico e psicológico de qualquer ser humano. imaginemos então uma sala de aula com crianças que teem valores e criações diferentes, o que acontece é que esses fatores não são levados em consideração ao elaborar uma avaliação dos conhecimentos adquiridos no bimestre escolar, mas na verdade esses são os principais direcionamentos de uma criança os valores adquiridos no âmbito familiar, por isso dizemos que a educação quase que num geral valoriza a avaliação quantitativa que é aquela na qual o aluno é comparado aos demais colegas para avaliá-lo na absorção dos conteúdos.
A avaliação é necessária e inevitável mas quando mal usada, elaborada ou interpretada pode ser pejorativa e causar algum tipo de trauma ou lesão psicológica na criança, com isso fica claro que a melhor maneira de avaliação é a qualitativa que busca valorizar o que cada criança tem de melhor nessa maneira de avaliação não se leva em conta apenas números mas valoriza todo e qualquer conhecimento que o aluno adquiriu em sala.
Mesmo porque quando se trata de educadores devemos nos informar e conhecer as diferentes formas de aprendizado, pois o aluno pode ser o que chamamos de receptor que é aquele aluno que compreende mas não consegue expressar por escrito o que aprendeu, e como na educação o objetivo é sempre ensinar o aluno alcançou o objetivo por isso ele esta apto a passar para o próximo conteúdo, pois na verdade ele só não consegue expressar o que aprendeu mas ele aprendeu
Quando se trata de avaliação qualquer conceito a ela atribuído é muito relevante para o desenvolvimento físico e psicológico de qualquer ser humano. imaginemos então uma sala de aula com crianças que teem valores e criações diferentes, o que acontece é que esses fatores não são levados em consideração ao elaborar uma avaliação dos conhecimentos adquiridos no bimestre escolar, mas na verdade esses são os principais direcionamentos de uma criança os valores adquiridos no âmbito familiar, por isso dizemos que a educação quase que num geral valoriza a avaliação quantitativa que é aquela na qual o aluno é comparado aos demais colegas para avaliá-lo na absorção dos conteúdos.
A avaliação é necessária e inevitável mas quando mal usada, elaborada ou interpretada pode ser pejorativa e causar algum tipo de trauma ou lesão psicológica na criança, com isso fica claro que a melhor maneira de avaliação é a qualitativa que busca valorizar o que cada criança tem de melhor nessa maneira de avaliação não se leva em conta apenas números mas valoriza todo e qualquer conhecimento que o aluno adquiriu em sala.
Mesmo porque quando se trata de educadores devemos nos informar e conhecer as diferentes formas de aprendizado, pois o aluno pode ser o que chamamos de receptor que é aquele aluno que compreende mas não consegue expressar por escrito o que aprendeu, e como na educação o objetivo é sempre ensinar o aluno alcançou o objetivo por isso ele esta apto a passar para o próximo conteúdo, pois na verdade ele só não consegue expressar o que aprendeu mas ele aprendeu
domingo, 8 de maio de 2011
A importância do Plano de Aula
O planejamento está presente em quase todas as nossas ações, pois ele norteia a realização das atividades. Portanto, o mesmo é essencial em diferentes setores da vida social, tornando-se imprescindível também na atividade docente.
O planejamento de aula é de fundamental importância para que se atinja êxito no processo de ensino-aprendizagem. A sua ausência pode ter como consequência, aulas monótonas e desorganizadas, desencadeando o desinteresse dos alunos pelo conteúdo e tornando as aulas desestimulantes.
De acordo com Libâneo “o planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos de organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino”. Portanto, o planejamento de aula é um instrumento essencial para o professor elaborar sua metodologia conforme o objetivo a ser alcançado, tendo que ser criteriosamente adequado para as diferentes turmas, havendo flexibilidade caso necessite de alterações.
Porém, apesar da grande importância do planejamento de aula, muitos professores optam por aulas improvisadas, o que é extremamente prejudicial no ambiente de sala de aula, pois muitas vezes as atividades são desenvolvidas de forma desorganizada, não havendo assim, compatibilidade com o tempo disponível.
Entre os elementos que devem compor um plano de aula estão:
Clareza e objetividade;
Atualização do plano periodicamente;
Conhecimento dos recursos disponíveis da escola;
Noção do conhecimento que os alunos já possuem sobre o conteúdo abordado;
Articulação entre a teoria e a prática;
Utilização de metodologias diversificadas, inovadoras e que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem;
Sistematização das atividades com o tempo;
Flexibilidade frente a situações imprevistas;
Realização de pesquisas buscando diferentes referências, como revistas, jornais, filmes entre outros;
Elaboração de aulas de acordo com a realidade sociocultural dos estudantes.
Portanto, o bom planejamento das aulas aliado à utilização de novas metodologias (filmes, mapas, poesias, músicas, computador, jogos, aulas práticas, atividades dinâmicas, etc.) contribui para a realização de aulas satisfatórias em que os estudantes e professores se sintam estimulados, tornando o conteúdo mais agradável com vistas a facilitar a compreensão.
Disponível em: http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/a-importancia-plano-aula.htm Acesso em: 08/05/2011.
“A ação de planejar não se restringe ao simples preenchimento de formulários para o controle administrativo; é antes, a atividade consciente de previsão das ações docentes, fundamentadas em opções político-pedagógicas e tendo como referência permanente as situações didáticas concretas, ou seja, a problemática socioeconômica, política e cultural que envolve a escola, os professores, os alunos, os pais, a comunidade, que interagem no processo de ensino-aprendizagem”. (LIBÂNEO)
Reflexões sobre Avaliação
A avaliação escolar é uma espécie de termômetro que permite verificar e confirmar o estado em que se encontram os elementos envolvidos no contexto educacional.
De forma geral, a avaliação causa desconforto tanto por parte dos alunos quanto dos professores. Os alunos se sentem vítimas desse processo discriminador e seletivo, já os professores enfrentam um dilema: ou aceitam o caráter conservador que transforma a ação avaliativa num instrumento de repressão e coerção, ou encaram o desafio de transformá-la num mecanismo de libertação que visa o autoconhecimento e o mútuo entendimento.
A avaliação escolar enquanto um todo e a avaliação do ensino-aprendizagem em específico estão delimitadas pela teoria e pela prática que as justificam. Contudo, essa constatação reforça o entendimento de que "a avaliação não se dá, nem se dará num vazio conceitual, mas sim dimensionada por um modelo teórico do mundo e da educação, traduzido em prática pedagógica". (LUCKESI)
A avaliação do ensino-aprendizagem deverá estar voltada para a transformação, deverá funcionar como um instrumento de libertação do educando, visando a superação do caráter seletivo e discriminador que permeia a prática avaliativa de grande número de professores. Entretanto, a função classificatória da avaliação que objetiva a promoção e/ou reprovação do aluno ainda tem um peso relevante no cotidiano das escolas e, portanto, torna-se necessário redirecionar os princípios que orientam esta prática.
O professor deve utilizar as atividades de avaliação para realizar um diagnóstico constante sobre as dificuldades e progressos do educando, tendo em vista o acompanhamento efetivo de seu processo de construção do conhecimento, de forma a garantir-lhe uma sólida formação teórico-científica, condição necessária à sua participação crítica e criativa no mundo da cultura, do trabalho e da cidadania.
Nesse processo, o professor assume o papel de mediador, no sentido de possibilitar que haja condições e meios para que se estabeleça a relação cognitiva entre o aluno (sujeito da aprendizagem) e o objeto do conhecimento (matérias de ensino).
O ato de aprender é aqui um ato de conhecimento que se dá através de representações mentais dos fenômenos da natureza e da sociedade.
É um processo ativo que requer uma interação constante entre o sujeito que quer conhecer e as matérias de ensino. Dessa forma, as matérias de ensino se tornam objeto de conhecimento pela relação concreta que o aluno estabelece com elas. Libâneo, ao explicar como se dá esse processo, afirma: "Há uma atividade do sujeito em relação aos objetos de conhecimento para assimilá-los, ao mesmo tempo, as propriedades do objeto atuam no sujeito, modificando e enriquecendo suas estruturas mentais. Por esse processo, formam-se conhecimento e modos de atuação pelos quais ampliamos a compreensão da realidade para transformá-la, tendo em vista, necessidades e interesses humanos e sociais." (LIBÂNEO)
Uma prática de avaliação baseada nesta concepção de ensino e de aprendizagem, exige do professor a capacidade de organização do ensino, no sentido de converter os conteúdos em desafios para o aluno, de forma a conscientizá-lo para a superação de suas dificuldades e a avaliação, nesta perspectiva, assumindo o papel de identificação dessas dificuldades será um recursos valioso neste processo de superação.
Para que haja um firme posicionamento dos objetivos do professor diante a condução desse processo, ele deverá determinar POR QUÊ, O QUÊ, QUEM, QUANDO e COMO avaliar.
Queiramos ou não, a avaliação é uma potente arma que pode destruir ou construir. Avaliação e aprendizagem são indissociáveis e pressupostos básicos para o sentido da vida.
Artigo sobre Avaliação:
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da Aprendizagem. Disponível em: http://www.tantaspalavras.com.br/media/pagina/2008/filename42.pdf Acesso em: 08/05/2011.
domingo, 1 de maio de 2011
Reflexão sobre o curta "Velha História"
O curta “Velha História” nos comove por sua delicadeza e profundidade, podendo ser analisado em vários ângulos:
1) O valor da amizade, a convivência, a cumplicidade existente entre eles, nos faz refletir enquanto educadores. No processo educacional, a interferência é mútua (aluno-professor; professor-aluno) e a troca de experiências constante. Não podemos anular as experiências de nossos alunos, impondo-lhes valores, crenças, mas aprender a valorizá-las, em oposição ao filme.
2) O ser humano em conflito consigo mesmo (solidão), estabelece relações interpessoais com os animais que o cercam. Com isso, ele quer impor certos hábitos e atitudes pertinentes ao homem, que de certo modo, desumaniza o animal e o torna objeto de seus desejos. Foi o que aconteceu com o peixinho. O homem lhe impôs seus costumes e hábitos, que ao ser levado ao seu antigo habitat o peixinho não conseguiu mais viver.
3) O curta nos faz analisar as múltiplas possibilidades de relacionamentos. O animal mais comum no relacionamento com o homem é o cachorro. Às vezes, é difícil acreditar na amizade entre um homem e um peixe, que por sua vez, vive fora d’água. Mas, é instigante analisar a atitude do homem para com o meio, principalmente o poder da domesticação.
4) A relação estabelecida entre o curta e a EAD deve-se ao fato de que o ser vivo tem seu próprio espaço para se desenvolver e, que se for retirado desse espaço (no caso da educação presencial), precisará se adaptar ao novo meio, mudando sua natureza. Com o advento das novas tecnologias o homem foi “forçado” a se adaptar, a fim de permanecer ativo.
5) Muitas vezes, o estudante de EAD pode se sentir solitário como o homem do curta ou o próprio peixinho fora d’água, mas cabe a ele tentar adaptar-se, pois a tecnologia veio para nos auxiliar e diminuir distâncias, e a própria EAD nos ensina isto. Mas, quem nunca se sentiu assim? Creio que todos já passaram por experiências semelhantes. Contudo, elas nos fazem crescer.
É simplesmente fabuloso, magnífico, lindo – animação, música, narração, o texto de Quintana! Confiram!
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